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Mitos e verdades sobre o implante de silicone na mama

4 de dezembro de 2017

A colocação de próteses de silicone para aumentar a mama é um dos procedimentos mais procurados com o cirurgião plástico, mas ainda gera muitas dúvidas e mitos, como se é possível amamentar depois do implante ou ainda se há risco de rejeição. Reunimos as principais dúvidas sobre o procedimento. Confira:

É preciso trocar a prótese. VERDADE.

Não há um prazo fixo para troca da prótese, mas ela não é eterna. Os implantes atuais são produzidos com gel de silicone com revestimento resistente. O que se observa na prática é um aumento progressivo no índice de alterações que indicariam a necessidade de troca à medida que aumenta o tempo decorrido da cirurgia de inclusão dos implantes, até, geralmente, um limite máximo de 20 anos para alguns fabricantes.

Quem coloca silicone não pode amamentar. MITO.

O silicone não vai impedir a produção de leite pela mulher. As próteses são colocadas atrás da mama, ou seja, sem prejuízos ou alterações às glândulas mamárias. Os dutos que levam o leite ao mamilo permanecerão conectados e se a cirurgia for bem realizada, não haverá alteração na amamentação.

Posso escolher qualquer tamanho. VERDADE

Sim, mas é sempre bom ter a orientação do médico. O melhor volume vai ser aquele que se adequa às suas características físicas, permitindo um resultado mais harmonioso.

Silicone aumenta o risco do câncer de mama. MITO.

Não existe relação entre o implante de silicone e o surgimento do câncer de mama. Mas é possível que no autoexame e no exame clínico, a prótese dificulte o diagnóstico. Por isso é importante informar o seu médico e o laboratório sobre a presença do silicone nos seios.

A cirurgia para implante do silicone tem riscos. VERDADE.

O risco é o mesmo de qualquer procedimento cirúrgico. A cirurgia é realizada com anestesia geral e, por isso, são necessários avaliação clínica e exames pré-operatórios antes de sua realização. Também há um tempo de recuperação e recomendações medicas a serem seguidas à risca para que não haja complicações.